ALIENÍGENAS & MITO

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O que há por trás de toda uma gama de afirmações e negações a respeito de seres inteligentes de outros bandas planetárias? Existe ET's ou esse povo ufologista, de todo o mundo, está brincando com a nossa crendice e ingenuidade? O acervo disponível sobre o assunto é enorme em todo o planeta: livros, revistas, jornais, entrevistas, etc. E se você procurar por alienígena em um engenho de busca na internet, vai encontrar muito mais páginas do que o seu tempo lhe permite consultar.

Já estive frente a frente com um sujeito loiro, alto, magro, sereno, trajando uma roupa prateada e estranha, colada ao corpo na parte de baixo, que me arrancou da cama e me levou a um veículo que lembrava um calhambeque moderno. Não me lembro de mais nada a partir desse ponto e só me dei conta daquela ocorrência, quase uns trinta dias depois do acontecido, quando consegui resolver um problema que me angustiava, já fazia aniversário, com a maior simplicidade e me questionei sobre aquele novo e surpreendente posicionamento. Foi ai que ‘caiu a ficha do fato incomum ocorrido no início do mês, o que me levou a fazer uma conexão, direta, entre a estranha visita e a minha nova e admirável disposição. Não havia, no meu círculo de consciência, qualquer outro fator que pudesse justificar aquele meu notável e repentino comportamento.

Relatos à parte — a literatura convencional e a INTERNET estão cheias deles — o que me incentiva a escrever este artigo é a fantasia que existe empacotada nas matérias que tratam e dominam o tema. Só pra falar do objeto central, sem importar com as suas estripulias, o leitor encontra criaturas de toda natureza e gosto. Humanos normais, como nós, e não humanos: reptilianos, serpentianos, só falta entes felidianos e canidianos, e porque não bovidianos? Se é que não tem essas espécies e eu estou atrasado — pelo menos nos desenhos animados tem sim, os Tander Cats. Aliás, se um réptil e um ofídio conseguiram evoluir diretamente até chegar ao modelo humano, porque um mamífero qualquer não faria o mesmo? De maneira que deve haver no universo, se é que existe vida inteligente em outros planetas, viventes avançados em tecnologia e ciência, como nós terráqueos, de toda espécie que conhecemos e muitas outras que sequer podemos imaginar, até criaturas ratilianas. E por que não?

Evidente que as coisas não são assim. O cosmo tem as suas normas, as suas regras, ou costumes da natureza, e o processo evolutivo é o centro desse contexto.

l   Um réptil, ou qualquer animal abaixo do símio avançado, para implementar na base de construção o mecanismo gestor completo da mente, à nossa semelhança, teria de passar por várias espécies — escalas de crescimento e fases de evolução — capazes de habilitá-lo, na última etapa simiana, ao status de indivíduo racional.

l   Na passagem pela estação natural (classe animal) mais próxima, esse ser abandona a categoria de réptil.

Criatura nenhuma surgiu na existência sequer como vivente animado e nem poderia fazer um trajeto vertical, pois não disporia das credenciais (nível de informações) necessárias à elevação de grau evolutivo. Quer dizer, lhe faltaria uma infinidade de elementos informativos de vivência, na sua memória de massa, essenciais ao próprio desenvolvimento.

A evolução se processa obedecendo a uma escala ordinária natural, não é algo aleatório. Ninguém inicia a subida de uma escadaria pelo quinto degrau nem é capaz de chegar ao vigésimo diretamente do oitavo, sem que passe por todas as estações que o irão habilitá-lo.

E quanto aos avistamentos, e entrevistas, de seres reptilianos com pessoas sérias da nossa sociedade? Essas pessoas estariam fantasiando, mentindo ou coisa assim? É possível que não, que estejam falando a mais lúcida e pura verdade.

Bem! Uma coisa parece invalidar a outra, mas fica mesmo só nas aparências.

Acontece que nós humanos estamos em um estágio evolutivo de adolescência planetária (pouco observadores, raciocinamos geocentricamente e somos inclinados a graças e a mistérios) e a nosso cultura tem raízes criacionistas muito fortes. Sabendo disso, os ET's, que nos observam ou nos visitam, são forçados a lançar mão de recurso das suas habilidades mentais, bastante adiantadas, para, sem chamar à nossa atenção, convencer, os avistadores e/ou interlocutores, que eles são reais e as ocorrências possam serem mantidas em memória alta por um tempo mais longo — o que não oferece qualquer dificuldade, tendo em vista a fraqueza dos mecanismos da nossa mente inconclusa.

Caso um alienígena se apresente na condição humana normal, tenha certeza que ele não será acreditado. É mais fácil afirmarmos se tratar de alma do além disfarçada ou que tudo não passou de sonho ou devaneio.

Esta nossa sociedade é muito jovem: a educação dirigida é nova; a ciência também; o telefone, o rádio e a televisão são meios tecnológicos de comunicação que surgiram fazem pouco tempo, a TV faz menos de um século (em 1926); o computador e a internet a gente ainda enxerga o nascimento deles.

A consciência é função mental do segundo momento e não há um acervo de informações — ao menos razoável, na nossa cultura humana, nem nas linhas da ciência, sobre desenvolvimento natural nem sobre nós mesmos — capaz de balizar as posições de ponta a respeito de seres que tenham vindo de outro planeta.

É natural que tenhamos visto mais fantasia que realidade nos nossos avistamentos e entrevistas.

O sujeito que conseguir se manter, mentalmente, fora do ‘piloto automático um pouco mais que o normal, vai ter a oportunidade de estar com, pelo menos, um alien uma vez na sua vida. E caso essa pessoa venha se interessar pela matéria, disponibilizando-se à observações mais atentas, juro que tem chance de encontrar ao menos com um deles [alien], em carne e ossos, a cada ano.

l   Acredite ou não, os alienígenas estão entre nós, o tempo todo, sem que possamos percebê-los.

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